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  • Grupo de Trabalho de especialistas em violência nas escolas entrega relatório ao MEC

    / / / Por admin / 1 ano 4 meses atrás

    O Grupo de Trabalho de especialistas em violência nas escolas publicou na última sexta-feira (6) e entregou ao Ministério da Educação relatório de 140 páginas com uma análise do fenômeno dos ataques a escolas e recomendações para ações do governo sobre o tema. 

    A Safernet integrou o time de 68 especialistas do GT, criado pela portaria 1089 de 12 de junho de 2023, e que teve como relator o professor Daniel Cara, da Faculdade de Educação da USP. 

    Acesse a íntegra do relatório de especialistas

    Desde sua criação, a ONG possui forte atuação na educação para o uso seguro e cidadão da internet, atuando em escolas públicas com os projetos Cidadão Digital e Disciplina de Cidadania Digital, além de palestras de conscientização. Participaram do GT a diretora Juliana Cunha e o gerente de projetos Guilherme Alves. 

    A Safernet é também parceira do Ministério da Justiça e Segurança Pública, tendo sido a responsável pela criação do canal exclusivo para recebimento de denúncias e informações sobre ameaças e ataques contra as escolas. A ação faz parte da Operação Escola Segura.

    Recomendações

    O GT de especialistas tinha como objetivos subsidiar o MEC na elaboração de políticas de proteção ao ambiente escolar e auxiliar o MEC na escuta de demais atores da sociedade civil sobre o tema de violência nas escolas. Uma das atividades desenvolvidas pelo grupo foi o 1º Seminário Internacional sobre Segurança e Proteção no Ambiente Escolar, realizado em Brasília. 

    Entre várias das medidas sugeridas pelo GT está o combate a discursos extremistas digitais que estimulam novos ataques às escolas, como o fortalecimento da educação digital, midiática e em contato com pais para o uso “seguro e responsável” da internet. 

    Outra medida importante são o combate ao bullying e ao cyberbullying escolar com a elaboração de materiais de combate à conteúdos que não informam e que ajudam no crescimento de “discursos misóginos, racistas, homofóbicos entre outros”.

    Publicado em 07/11/2023

  • Saiba como é uma atividade do programa Cidadão Digital da Safernet

    / / Segurança Digital / Por admin / 1 ano 5 meses atrás

    Na manhã da última sexta-feira (20), cerca de 70 alunos das duas turmas do 6º ano da Escola Estadual Lasar Segall, unidade do programa ETI (Escola de Tempo Integral), na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, tiveram a rotina modificada por uma atividade do programa Cidadão Digital, da Safernet, que usa a educação entre pares para promover entre crianças e adolescentes, alunos de escolas públicas, o uso seguro da internet. 

    Desde 2020, o Cidadão Digital, o mais duradouro programa de cidadania digital da Safernet, já impactou mais de 177 mil estudantes em mais de 600 instituições de ensino e 70 mil educadores. As ações acontecem em todo o país no formato de atividades remotas, híbridas ou presenciais. 

    Por meio dele, jovens entre 18 e 29 anos (universitários ou jovens profissionais) realizam atividades com alunos de escolas públicas dos últimos anos do fundamental e médio sobre segurança online, combate à desinformação, autocuidado, respeito e empatia nas redes. 

    Na E.E. Lasar Segall, a pedido da escola, os temas foram cyberbullying e autocuidado nas redes. A facilitadora da atividade foi a jovem líder Bárbara Yamasaki, 27, de São Paulo. 

    Em linguagem simples, Bárbara contou com duas turmas muito atentas e participativas de pré-adolescentes de 11 e 12 anos, a maioria filhos de pessoas que trabalham no bairro e que moram bem longe da escola. 

    Para cada turma, a forma como a conversa fluiu foi diferente pois Bárbara dá às crianças a oportunidade de se expressarem todo o tempo, chamando-os a participar e dar exemplos de situações que viveram online e offline. 

    No bloco do autocuidado, ao perguntar para as crianças uma situação que tenham vivido que as tenha deixado tristes uma menina desabafou: “minha mãe deixou nossa casa e meu pai cuidou de mim, mas ele teve depressão”, recebendo olhares de consolo dos colegas. 

    A abordagem desses temas fez as crianças lembrarem do auge da pandemia de covid-19 e das dificuldades que tiveram naquele período. 

    “Eu pensei que minha mãe tivesse comprado a emissora de televisão para dizerem pra eu não sair de casa”, disse um menino. “Quando minha mãe teve covid, ela foi se isolar, mas eu acabei pegando a doença também, pois toda noite eu ía abraça-la, pois não sei viver sem dar um abraço todas as noites em minha mãe”, contou uma menina. Outra garota confessou: “eu não conseguia estudar pelo computador, eu via uma série ou dormia”.

    As crianças então contaram como fazem nesses momentos de raiva, angústia, aflição, frustração e tédio: leitura, música (tocar um instrumento ou ouvir), dançar, brincar, desenhar, pintar, assistir séries, conversar com um parente ou amigo, praticar esportes ou até um banho mais longo ajudam nesses momentos mais difíceis da vida. 

    Comunicação sim, bullying não

     Atividade sobre cyberbullying Cidadão Digital 2023 

    Na hora de falar de bullying e cyberbullying, todas as crianças sabiam na ponta da língua a diferença entre um e outro. Para quem não sabe, bullying é intimidar, perturbar, caçoar ou até mesmo agredir alguém de forma repetitiva, geralmente numa relação desigual, como menino x menina ou dois contra um, por exemplo. O cyberbullying é o bullying por meio das redes, ou seja, aquilo que muitas vezes acontecia num canto do pátio ou no portão da escola pode ser tornar público, por meio das redes sociais ou grupos de mensagens. 

    Entretanto, nem todas reconheciam ou sabiam todos os meios de lidar com o problema, quando ele ocorre online, qual a hora de envolver os pais ou a escola, por exemplo. 

    Uma das soluções apresentada por uma líder de turma, porém, mostrou um bom caminho: “se comunicar é muito melhor que xingar ou bater”. 

    Bárbara acrescentou. “É fundamental que vocês, no aspecto pessoal, criem redes de apoio para se defender, mas no coletivo é preciso que toda a comunidade escolar assumam um compromisso para acabar com esse tipo de coisa”, disse.

    De toda forma, Bárbara lembrou às crianças que a solução não pode envolver mais violência, nem atender somente as vítimas. “O autor do bullying também precisa de cuidado, pois na maioria das vezes é uma pessoa que está passando por um grande problema e não sabe lidar com ele, extravasando de forma errada, por meio da violência ou intimidação”, explicou. 

    Ao final de cada aula, Bárbara sugeriu uma atividade em que as crianças botavam no papel suas experiências para quebrar com ciclos de bullying, com as expressões eu já, para contar o que fizeram no passado, eu nunca, para dizerem o que nunca devem fazer nessas situações o eu vou, assumindo compromissos contra esse problema. Os trabalhos foram entregues à coordenação da escola e seriam avaliados pelos professores para que os melhores componham um mural sobre o tema. 

    A Safernet doou à escola materiais ilustrados sobre combate ao bullying e ao cyberbullying da campanha “É da Minha Conta”, realizada em parceria com UNICEF e apoio da Meta.

    As crianças rapidamente se afeiçoaram à Bárbara, que foi surpreendida por várias delas, especialmente as meninas, com desenhos, cartas, bilhetes e muitos pedidos para saber em quais redes sociais ela está. Uma das meninas, de origem asiática como a jovem líder da Safernet, se sentiu representada: “posso ser sua irmã?”. 

     Atividade sobre cyberbullying Cidadão Digital 2023 

    Como receber atividades do Programa Cidadão Digital

    As atividades educativas do Cidadão Digital são gratuitas e adaptadas à realidade das escolas parceiras, sempre buscando conectá-las aos projetos que já estejam em curso na instituição de ensino. No caso da Lasar Segall, a atividade recebeu apoio da coordenação e dos professores que permaneceram em sala durante a atividade da Safernet. 

    Instituições de ensino que desejam receber atividades do programa para alunos podem se inscrever aqui

    Texto e fotos: Marcelo Oliveira - Assessoria de Imprensa Safernet

    Matéria publicada em 01/11/2023

     Atividade sobre cyberbullying Cidadão Digital 2023 

  • Denúncias de imagens de abuso e exploração sexual infantil reportadas pela Safernet às autoridades crescem 84% em um ano

    / / Crimes na Web / Por admin / 1 ano 5 meses atrás

    As novas denúncias de imagens de abuso e exploração sexual infantil reportadas pela Safernet às autoridades cresceram 84% entre janeiro e setembro de 2023 em relação ao mesmo período do ano passado. 

    A Safernet recebeu um total de 54.840 novas denúncias de conteúdos com imagens de crianças abusadas sexualmente entre 1º de janeiro e 30 de setembro de 2023. No mesmo período do ano passado, a ONG, que mantém a Central Nacional de Denúncias, havia recebido 29.809 novas denúncias. 

    Apenas denúncias novas (links nunca antes denunciados) são encaminhadas às autoridades, no caso os procuradores do Ministério Público Federal, com o qual o hotline da Safernet tem convênio desde sua criação, em 2005. 

    Os dados da Safernet serão divulgados nesta quarta-feira (25), às 14h, no painel “Proteção de crianças e adolescentes contra abusos e violações sexuais na Internet”, durante o 8º Simpósio Crianças e Adolescentes na Internet. Os números da ONG condizem com os da pesquisa TIC Kids Brasil 2023, apresentados no evento mais cedo.

    A pesquisa aponta que as crianças estão acessando a internet cada vez mais cedo e por mais dispositivos. Este ano, a pesquisa apontou que 24% das crianças acessaram a internet aos 6 anos, contra 11% em 2015, primeiro ano da pesquisa. Em relação aos dispositivos, 97% das crianças usam a internet pelo celular, 70% pela televisão, 38% pelo computador e 22% pelo videogame. A TV e o videogame eram responsáveis, cada um, por 11% dos acessos de crianças à internet na primeira edição da pesquisa, em 2015. 

    Os dados da Safernet também são condizentes com os dados de operações da Polícia Federal envolvendo crimes cibernéticos que tiveram crianças e adolescentes como vítimas. Este ano foram 627 operações dessa natureza contra 369 no ano passado (aumento de 69,9% em relação ao ano passado). Ao todo, 291 pessoas foram presas nessas operações, número 46,23% maior que no ano passado. Os dados da PF foram divulgados em 16 de outubro, no lançamento do programa Boa na Rede, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

    “O crescimento das denúncias de imagens de abuso e exploração sexual infantil é um indicador de que não se pode baixar a guarda na defesa das crianças e adolescentes em ambientes digitais. É fundamental o diálogo e a orientação dos pais e educadores para que esse público saiba identificar situações de risco; educação para o uso seguro e saudável da internet é fundamental”, afirma Thiago Tavares, presidente da Safernet. 

    Para Tavares, a regulação da internet é central nesse conjunto de ações em prol das crianças e adolescentes. “A indústria da web 2.0 -- das redes sociais -- está saindo da adolescência. E com a maturidade vem mais responsabilidade e o mundo inteiro está discutindo responsabilidade e regulação de plataformas, e o Brasil não está fora dessa discussão. Esse tema é central”, disse. 

    A Safernet não usa mais a expressão “pornografia infantil”

    Mundialmente é recomendado que a expressão “pornografia infantil” seja substituída por “imagens de abuso e exploração sexual infantil” ou “imagens de abusos contra crianças e adolescentes”. 

    A imagem de nudez e sexo envolvendo uma criança ou adolescente (por lei, pessoas de 0 a 18 anos incompletos), por definição, não é consensual. Logo, não se trata de pornografia, mas de imagens de crianças e adolescentes sendo sexualmente abusadas e exploradas. A Interpol, por exemplo, fez campanha contra o uso da expressão “pornografia infantil”.

    O uso da expressão pornografia pressupõe também o consumo passivo do conteúdo, o que diminui a percepção da gravidade da posse e distribuição dessas imagens. A Safernet adverte que quem consome imagens de violência sexual infantil é cúmplice do abuso e da exploração sexual infantil. 

    A pornografia legalizada pressupõe a participação livre e voluntária dos atores ou pessoas maiores de 18 anos, filmadas ou fotografadas em atos sexuais consensuais. 

    No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente prevê como crime vender ou expor fotos e vídeos cenas de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes. Também é crime a divulgação dessas imagens por qualquer meio e a posse de arquivos desse tipo. 

    É possível realizar denúncias de páginas que contenham imagens de Abuso e Exploração Sexual de crianças e adolescentes na Central Nacional de Denúncias da Safernet Brasil. Em caso de suspeita de violência sexual contra crianças ou adolescentes, deve ser acionado o Disque 100.

    Sobre a Safernet

    A Safernet existe desde 2005 e tornou-se a ONG brasileira de referência na promoção dos direitos humanos na internet. Com uma abordagem multissetorial, atua no combate a crimes cibernéticos contra os Direitos Humanos, no acolhimento de vítimas de violência online e em programas de educação, prevenção e conscientização. A Safernet mantém a Central Nacional de Denúncias, conveniada ao Ministério Público Federal e o Canal de Ajuda, o Helpline, para vítimas de violência e outros problemas online. A Safernet promove o uso seguro da internet com projetos educacionais como a Disciplina de Cidadania Digital e o programa Cidadão Digital

    Mais informações

    Marcelo Oliveira

    Assessor de Imprensa

    Safernet Brasil

    11 981009521

    Matéria publicada em 25/10/2023

  • 8º Simpósio Crianças e Adolescentes na Internet discutirá a necessidade de estimular um ambiente digital seguro, ético e responsável

    / / Segurança Digital / Por admin / 1 ano 5 meses atrás

    Está chegando o 8º Simpósio de Crianças e Adolescentes na Internet, que acontece em 25 de outubro de 2023, na capital paulista. Nesta edição, serão discutidos assuntos como políticas públicas habilitadoras da educação digital e acessibilidade; e proteção contra abusos e violações sexuais na rede e jogos online. Promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), o evento conta com a correalização do Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação da FGV Direito SP (CEPI FGV Direito SP), do Instituto Alana e da Safernet Brasil. Para acompanhar os debates de forma presencial ou remota, é preciso se inscrever gratuitamente no site. Toda a programação será transmitida ao vivo pelo canal do NIC.br no YouTube.

    Criado com o intuito de abordar temas que auxiliem na promoção de um ambiente online responsável, ético e seguro para o público infanto-juvenil, o Simpósio tem como alvo pais, responsáveis, educadores, coordenadores, dirigentes escolares, e quaisquer profissionais que buscam informações e orientações sobre o papel de escolas, empresas, governos, famílias e sociedade na educação, orientação e segurança de jovens para o uso da Internet.

    “Ao longo de seus oito anos de existência, o evento se consolidou como um importante espaço de diálogo sobre desafios e oportunidades que a Internet pode oferecer às crianças e aos adolescentes. Buscamos envolver atores de diferentes áreas e promover debates amplos e plurais”, enfatiza Raquel Gatto, gerente da Assessoria Jurídica do NIC.br.

    Keynote desta edição, Isabella Henriques, diretora executiva do Instituto Alana, apresentará sobre “As múltiplas infâncias no ambiente digital”, e terá como debatedora uma das idealizadoras deste evento, Kelli Angelini. 

    “Atualmente a fruição de muitos dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes passa pelo acesso ao ambiente digital, na medida em que o direito à educação, à socialização, ao brincar, à liberdade de expressão e, até mesmo à saúde, entre outros, têm sido, cada vez mais, exercidos nesse espaço. Daí a necessidade de garantirmos um acesso significativo e de qualidade para que todas as crianças e todos os adolescentes possam usufruir das inúmeras oportunidades que o ambiente digital pode promover, estando protegidas dos riscos envolvidos, como, por exemplo, a exposição à violência, o abuso, a violação de sua privacidade e proteção de dados, a exploração comercial e o uso excessivo ou inadequado. Sabemos que maiores vulnerabilidades na vida off-line estão relacionadas a maiores vulnerabilidades no mundo on-line, por isso é responsabilidade de todos nós, não só das famílias, mas também da iniciativa privada e do Poder Público, garantir que o ambiente digital possa contribuir para o desenvolvimento integral para as múltiplas infâncias e adolescências”, afirma Isabella.

    Segundo Marina Feferbaum, coordenadora do CEPI / FGV Direito SP, o encontro é extremamente relevante ao promover o diálogo multisetorial para um desafio urgente da sociedade. “Debater o uso responsável da internet por crianças e adolescentes é crucial para se construir um futuro digital mais seguro, ético e intelectualmente crítico voltado para o letramento digital."

    Durante o evento, haverá quatro painéis: “Políticas públicas e educação digital de crianças e adolescentes”; “Proteção de crianças e adolescentes contra abusos e violações sexuais na Internet”; “Crianças e Adolescentes com deficiência ou mobilidade reduzida na Internet: O que devemos fazer para uma Internet mais acessível?”; e “Crianças e adolescentes nos Jogos Online: oportunidades e riscos”.

    Neste ano, a novidade será a participação de jovens e adolescentes em um espaço de diálogo que trará protagonismo e oportunidade de fala ao grupo em um momento elaborado, criado e desenvolvido em colaboração com eles. 

    "A pesquisa TIC Kids, ao longo dos anos, tem mostrado que crianças e adolescentes estão acessando a Internet cada vez mais cedo e por diferentes dispositivos. Corroborando com esta informação, a Safernet tem recebido dados de que denúncias de imagens de abuso e exploração sexual infantil vêm aumentando significativamente desde 2019. A educação para o uso seguro, saudável e cidadão da Internet é fundamental para evitar que as crianças sejam vítimas de todas as formas de violência nos ambientes digitais", afirma o presidente da Safernet, Thiago Tavares.

    Os novos indicadores da pesquisa TIC Kids Online Brasil 2023, conduzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br/NIC.br), também serão apresentados em primeira mão durante o encontro. De forma inédita, o estudo, que é realizado desde 2012, trará indicadores e evidências sobre o uso da Internet por crianças e adolescentes no Brasil em 2023. Mais informações e programação em https://criancaseadolescentesnainternet.nic.br/

    Anote na Agenda

    8º Simpósio Crianças e Adolescentes na Internet
    Onde: Hotel Pestana - Rua Tutóia, 77 - Jardins - São Paulo/SP
    Quando: quarta-feira, 25 de outubro de 2023
    Horário: das 8h às 19h
    Inscrições gratuitas: https://criancaseadolescentesnainternet.nic.br/
    Transmissão onlinehttps://www.youtube.com/watch?v=qu1DcIbIuL4&list=PLQq8-9yVHyOZErkoK_8FkN...

    Sobre o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br
    O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR — NIC.br (https://nic.br/) é uma entidade civil de direito privado e sem fins de lucro, encarregada da operação do domínio .br, bem como da distribuição de números IP e do registro de Sistemas Autônomos no País. O NIC.br implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br desde 2005, e todos os recursos arrecadados provem de suas atividades que são de natureza eminentemente privada. Conduz ações e projetos que trazem benefícios à infraestrutura da Internet no Brasil. Do NIC.br fazem parte: Registro.br (https://registro.br), CERT.br (https://cert.br/), Ceptro.br (https://ceptro.br/), Cetic.br (https://cetic.br/), IX.br (https://ix.br/) e Ceweb.br (https://ceweb.br), além de projetos como Internetsegura.br (https://internetsegura.br) e Portal de Boas Práticas para Internet no Brasil (https://bcp.nic.br/). Abriga ainda o escritório do W3C Chapter São Paulo (https://w3c.br/).

    Sobre o Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br
    O Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil, coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no País, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. Com base nos princípios do multissetorialismo e transparência, o CGI.br representa um modelo de governança da Internet democrático, elogiado internacionalmente, em que todos os setores da sociedade são partícipes de forma equânime de suas decisões. Uma de suas formulações são os 10 Princípios para a Governança e Uso da Internet (https://cgi.br/resolucoes/documento/2009/003). Mais informações em https://cgi.br/.

    Sobre o Alana
    O Alana é um grupo de impacto socioambiental que promove e inspira um mundo melhor para as crianças. Um mundo sustentável, justo, inclusivo, igualitário e plural. Um mundo que celebra e protege a democracia, a justiça social, os direitos humanos e das crianças com prioridade absoluta. Um mundo que cuida dos seus povos, de suas florestas, dos seus mares, do seu ar. O Alana é um sistema de três esferas interligadas, interdependentes, de atuação convergente, orientadas pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. O encontro de um Instituto, uma Fundação e um Núcleo de Negócios de Entretenimento de Impacto. Um combinado único de educação, ciência, entretenimento e advocacy que mistura sonho e realidade, pesquisa e cultura pop, justiça e desenvolvimento, articulação e diálogo, incidência política e histórias bem contadas. 

    Sobre a Safernet

    A Safernet existe desde 2005 e tornou-se a ONG brasileira de referência na promoção dos direitos humanos na internet. Com uma abordagem multissetorial, atua no combate a crimes cibernéticos contra os Direitos Humanos, no acolhimento de vítimas de violência online e em programas de educação, prevenção e conscientização. A Safernet mantém a Central Nacional de Denúncias, conveniada ao Ministério Público Federal e o Canal de Ajuda, o Helpline, para vítimas de violência e outros problemas online. A Safernet promove o uso seguro da internet com projetos educacionais como a Disciplina de Cidadania Digital e o programa Cidadão Digital. 

    Contatos para a Imprensa NIC: 

    Weber Shandwick

    www.webershandwick.com.br/

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    Assessoria de Comunicação – NIC.br

    Carolina Carvalho – Coordenadora de Comunicação – carolcarvalho@nic.br

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    Myrian Vallone - (11) 98378-3888
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    Contatos para a Imprensa Safernet: 

    Marcelo Oliveira - Assessor de Imprensa – (11) 98100-9521 | marcelo@safernet.org.br

    Matéria publicada em 24/10/2023

  • Com mentoria da Safernet, alunos de escola pública do DF vencem competição com jogo que combate a desinformação sobre vacinas

    / / Segurança Digital / Por admin / 1 ano 5 meses atrás

    Uma maratona de criação estimulou alunos do ensino médio de duas escolas públicas do Distrito Federal, neste sábado (21), a pensar soluções e estratégias para o enfrentamento à desinformação sobre vacinas nas escolas. O evento fez parte da 20ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). 

    Participaram da atividade 42 estudantes do Centro de Ensino Médio Oeste (CEMSO) e do CED 02 do Paranoá, duas escolas de Brasília, sede do evento. Os alunos foram divididos em grupos, sob a coordenação de mentores de diferentes organizações da sociedade civil, entre as quais a Safernet, e desenvolveram projetos para lidar com o combate à desinformação sobre vacinas. A missão deles era desenvolver uma proposta inédita e criativa.

    A equipe que propusesse a solução mais inovadora seria premiada. A estudante Manuela Umbelino Loredo, do CEMSO, fez parte do grupo vencedor que tinha seis estudantes, cinco do CEMSO e um do CED 02. “A nossa ideia foi criar um jogo de tabuleiro pensando principalmente nas pessoas que não têm internet, trazendo essa questão de conscientização da vacina e da desinformação que as pessoas têm. O jogo tem perguntas que levam a conhecer sobre doenças, vacinas, prevenção e curiosidades”, disse.

    Também integraram a equipe vencedora: Caio Leal Vargas, Vitor Paiva Azevedo Reis, Vittor Silva Noronha e Jessika Luenya Marques Oliveira, do CEMSO, e Rafael Macedo Viana, do CED 02 Paranoá. 

     Vencedores Hackaton 

    Segundo a assistente de projetos da área de Educação da Safernet, Isabella Ferro, que foi a mentora do grupo vencedor, “a maratona foi muito importante para estimular o protagonismo jovem e colocar adolescentes no centro da discussão sobre combate à desinformação, num papel ativo para construir soluções inovadoras de forma coletiva e a partir de suas realidades”. 

    O jogo de tabuleiro "Vax Up" criado pelo grupo de estudantes do CEMSO e do CED 02 de Paranoá, traz um olhar atento dos adolescentes sobre os desafios de conectividade em suas realidades, além da preocupação em conscientizar seus pares de uma forma criativa e divertida, já que o jogo tem como público-alvo estudantes de ensino médio. Ao desenhar o jogo, eles e elas criaram espaços para perguntas e respostas, curiosidades e desafios que estimulam os jogadores a buscarem informações seguras e refletirem sobre conteúdos falsos ou enganosos sobre vacinação.

    Os vencedores receberão a premiação das mãos do Zé Gotinha no evento de lançamento do projeto Saúde com Ciência, na próxima terça-feira, (24), em Brasília. 

    A maratona de criação é uma parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Ministério da Saúde e a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM). A equipe de jurados foi formada por representantes de cada um desses órgãos.

    Sobre a Safernet

    A Safernet existe desde 2005 e tornou-se a ONG brasileira de referência na promoção dos direitos humanos na internet. Com uma abordagem multissetorial, atua no combate a crimes cibernéticos contra os Direitos Humanos, no acolhimento de vítimas de violência online e em programas de educação, prevenção e conscientização. A Safernet mantém a Central Nacional de Denúncias, conveniada ao Ministério Público Federal e o Canal de Ajuda, o Helpline, para vítimas de violência e outros problemas online. A Safernet promove o uso seguro da internet com projetos educacionais como a Disciplina de Cidadania Digital e o programa Cidadão Digital. Educação midiática faz parte de ambos os projetos. 

    Com informações da Secom/PR e da Agência Brasil
    Foto: Luara Baggio (ASCOM/MCTI)

    Edição: Marcelo Oliveira / Safernet

    Matéria publicada em 23/10/2023

  • Material da Safernet ajuda professor de Filosofia a debater o uso da internet de forma crítica com alunos

    / / Segurança Digital / Por admin / 1 ano 5 meses atrás

    Professor de Filosofia, Ricardo Custódio Machado encontrou no material da Disciplina de Cidadania Digital, criado pela Safernet em parceria com o governo do Reino Unido, a inspiração que faltava para cumprir os objetivos do componente curricular de Cultura Digital, que está sob seu encargo no ano letivo de 2023, na Escola de Educação Básica João Colodel, na pequena cidade de Turvo, de 13 mil habitantes, no sul de Santa Catarina. 

    “Tive excelente instrução, o curso foi maravilhoso. Ao pensar a cultura digital como disciplina, eu entendi que a Filosofia seria útil para os estudantes, para ajudá-los a analisar a mídia e os meios digitais de forma crítica”, contou Machado no debate online “Diálogos Transformadores: preparando educadores para os desafios da cidadania digital”, realizado nesta quarta-feira (18) pela Safernet, para marcar o lançamento do curso EAD, voltado para educadores, “Segurança e Cidadania Digital em Sala de Aula”, que os capacita para ministrar a disciplina criada pela ONG. 

    Segundo Machado, conhecer o material da Safernet o ajudou a pensar as aulas de forma criativa e numa linguagem que “os alunos estão compreendendo e adorando” e ele reforça que professores de qualquer disciplina podem conhecer o material e ministrá-la. 

    Machado é um dos professores que já estão usando o material da Disciplina de Cidadania Digital ou a aplicando diretamente em sala de aula pelo Brasil. A disciplina já está em salas de aulas de 140 escolas, de 113 cidades, beneficiando mais de 10 mil estudantes, de 12 estados brasileiros. 

    A Safernet é parceira da Secretaria Estadual de Educação de Santa Catarina, oferecendo formação e suporte para professores de todo o estado que ministram aulas de cidadania digital nas escolas. SC é o Estado com o maior número de educadores inscritos no curso EAD em todo o país: 262.

    A educadora Renata Abranches, coordenadora do Núcleo de Tecnologia Educacional da Superintendência Regional de Ensino de Itajubá - MG, que também participou do debate, concorda com Machado que a disciplina ajuda o professor na preparação de aulas. 

    Ela, que coordenou a mobilização para que os professores de sua região se inscrevessem no curso, defende que os educadores façam o curso independente de ministrar a disciplina de Cidadania Digital ou não. 

    “Os professores que fazem o curso ficam mais bem preparados e mais empoderados para essas situações do dia a dia que afetam toda a comunidade escolar. Com a capacitação, temos professores com possibilidades ampliadas de planejamento de aulas. São professores e alunos que agora usam a tecnologia em sala de aula e de forma correta, pois, a partir do momento que ele tem esse conhecimento, esse assunto é ampliado para a comunidade escolar como um todo”, afirma. 

    Somente na regional de Renata, 196 professores se matricularam no curso EAD Segurança e Cidadania Digital em Sala de Aula. Atualmente, 976 educadores, de 23 estados, estão inscritos. O curso de 40 horas/aula é autoinstrucional, está disponível na plataforma Moodle da Safernet e deve ser concluído em até 60 dias. A próxima turma começa dia 30 de outubro. Inscreva-se.

     Live diálogos transformadores: professor ricardo 

    Atividades 

    Uma dos aprendizados citados pelo professor Ricardo com o material da Safernet é que é possível falar de cidadania digital ainda que a escola não tenha uma boa conectividade ou um super laboratório de informática. 

    Uma das atividades sugeridas no curso da disciplina e que ele aplicou em sala de aula não requer computador, nem internet. Para fazer o Mural das Emoções, o professor e seus alunos precisaram apenas de uma folha grande de papel pardo e notas adesivas coloridas. 

    Na atividade, os alunos escreveram nas notas que emoções lhe causavam certas atividades ou conteúdos que eles acessam nas redes. A partir disso, podem refletir sobre como nosso tempo online afeta nossa saúde mental e de que forma podemos criar rotinas digitais mais saudáveis.

    Em outra aula, os alunos foram divididos em grupos e discutiram quais regras deveriam ser observadas por outros jovens ao usar redes sociais e aplicativos de internet. A partir disso elaboraram uma "bula", onde descreviam a rede ou app, como ele funciona, indicações, contra-indicações e efeitos colaterais. 

    “A cidadania digital não precisa estar ligada a tecnologia em si, nem ser na sala de informática. Você pode trabalhar o conteúdo com todos os tipos de materiais”, explicou o professor.

    O resultado de todo esse conjunto de boas práticas é que os alunos participam das aulas com grande atenção. “Eles demonstram interesse e realizam tudo com empenho, pois são coisas ligadas à sua vida diária, Eles já nasceram nas redes”, conta o professor. Com o avançar das aulas são os alunos que começam a sugerir temas para serem trabalhados e também filmes e séries para verem juntos e analisarem conforme o que aprenderam.

    A análise crítica que o professor tanto esperava surgiu em diversas das atividades. Numa delas os alunos foram convidados a refletir sobre como se viam nas redes. “Sou a mesma pessoa na vida real? Se não sou, talvez isso não seja bom. Se eu tiro os filtros eu viro outra pessoa?, contou Ricardo Machado sobre alguns pensamentos surgidos em sala de aula. Filosófico, não? 

    O debate também contou com as participações da doutora em Educação Daniela Costa, coordenadora da pesquisa TIC Educação, do Cetic.br, e Ana Úngari Dal Fabbro, Coordenadora-Geral de Tecnologia e Inovação do Ministério da Educação. O evento foi aberto pelo presidente da Safernet Brasil, Thiago Tavares, e por Mariana Cartaxo, Diretora do Programa de Acesso Digital na Embaixada do Reino Unido no Brasil. Perdeu o debate? Veja como foi

    Sobre a Safernet

    A Safernet existe desde 2005 e tornou-se a ONG brasileira de referência na promoção dos direitos humanos na internet. Com uma abordagem multissetorial, atua no combate a crimes cibernéticos contra os Direitos Humanos, no acolhimento de vítimas de violência online e em programas de educação, prevenção e conscientização. A Safernet mantém a Central Nacional de Denúncias, conveniada ao Ministério Público Federal e o Canal de Ajuda, o Helpline, para vítimas de violência e outros problemas online. A Safernet promove o uso seguro da internet com projetos educacionais como a Disciplina de Cidadania Digital. 

    Serviço

    Inscrições abertas do curso EAD da Disciplina de Cidadania Digital (turmas regulares, próxima turma inicia em 30/10)

    Acesse:https://ead.safernet.org.br/cursosegurancaecidadaniadigital/

    Matéria publicada em 20/10/2023

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